quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Dia 31 de dezembro, véspera de ano novo.
Apesar da crise que bateu as nossas portas, as pessoas estão alegres, cheias de esperança em um 2009 melhor que 2008.
Eu venho falando, desde o ano passado, que esta crise é a pior crise que o mundo enfrenta desde 29.
Só que, vendo a mobilização mundial para evitar o pior, o esforço conjunto dos governos do mundo inteiro para que não venha a depressão, eu me junto nesta corrente de esperança que tomou conta das pessoas nesta virada de ano.
Não sei se realmente eles terão sucesso, mas o caminho que eu vejo é promissor.
Aqui por exemplo, o governo retirou um imposto sobre automóveis, para baratear e consequentemente, aquecer o mercado.
Muitos podem ver como uma coisa ruim, pois indica que a coisa está preta, mas eu vejo como uma coisa boa.
Não adianta reclamar: estamos em sistema capitalista que, se ruir, vai todo mundo junto.
Se algum dia mudar, que seja com uma transição mais amena.
Então, chegou a hora de torcer para que os governos estejam fazendo a coisa certa e que a crise seja debelada, senão o negócio piora mesmo.
Eu acho que sairemos desta crise, ainda em 2009, e o Brasil não vai acusar tanto o golpe como outros países.
Com esta expectativa na mente eu desejo a todos um
FELIZ 2009!!!!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Hoje é vespera de Natal, a maioria das pessoas está feliz e as lojas, apesar da crise, apinhadas de gente.
As famílias se reúnem e celebram a data, cada uma a sua maneira, cada uma como pode ou quer.
Sempre gostei do Natal quando criança, ainda gosto até hoje, através dos olhos fascinados de minha filha, quando vê Papai Noel.
Que dizem por aí, que não existe...
E eu pergunto: como não existe?
Todos os anos, centenas de milhares de pessoas se vestem como o bom velhinho para ganhar uns trocados, para agradar a família ou para fazer caridade mesmo, em áreas carentes.
Somos bombardeados por imagens, mensagens, histórias e contos que se referem a ele.
Vemos na figura dele uma mistura mágica de experiência e ingenuidade, velhice e espírito infantil, e também vemos nele a encarnação do chamado "espírito natalino".
Para quem tem filhos, ele começa a conviver já em novembro e só vai embora depois da noite de Natal.
Eu vou te contar: Papai Noel é a coisa que não existe mais presente que eu já vi em minha vida.
Quando minha filha descobrir que não existe a pessoa física, eu vou tentar explicar isso a ela.
Noel está presente em cada ato de bondade, em cada pai, tio ou qualquer um que se fantasie para alegrar suas famílias e na mente de cada criança que espera ansiosa para abrir seu presente.
Lógico que está presente, maciçamente no comércio, mas não poderia deixar de estar, pois somos uma economia capitalista e ele é a figura que mais vende no Natal...
Neste particular, ele é ainda mais real: ele é um garoto propaganda para todas as empresas, um verdadeiro campeão de vendas.
É, para quem não existe "Santa rules"!!!!
Feliz Natal para todos.

sábado, 20 de dezembro de 2008

É engraçado como as coisas, quando vem, costumam vir aos montes...
Ontem tive duas notícias ruins, uma material, que sempre pode ser compensada, seja lá qual for o problema, e outra, bem pior, que foi a da morte de um colega meu de adolescência e início da idade adulta.
Éramos colegas, nunca fomos grandes amigos, mas esta pessoa fez parte da minha vida, por isso senti sua perda, mesmo não o vendo há muito e com apenas umas poucas comunicações pelo Orkut.
Que ele descanse em paz e que a família dele passe por este acontecimento da melhor forma possível.
Hoje, abri a internet e dei de cara com outra notícia: A morte da Majel Roddenberry.
Para quem não sabe, ela era a viúva do Gene Roddenberry, criador de Star Trek, série televisiva ao qual sou aficcionado.
Esteve presente em todas as séries e filmes da franquia, se não como personagem, como a voz dos computadores das naves.
Bom, o pior desta história toda é que uma morte como a dela (e de certa forma a do meu colega também), que fez parte do meu imaginário infantil, me põe em contato com a minha própria mortalidade, pois tendemos a ter nossos heróis como imortais. Quando sues intépretes morrem, parece que foram os personagens, não os seres humanos que morreram.
Esta associação é quase que inevitável, por mais que voce saiba que não é assim.
O jeito, nestas horas, pelo menos para mim, é assistir um bom filme, fazer algum tipo de trabalho, enfim, ocupar a mente para não ficar elocubrando sobre a vida e a morte.
Filosofar sobre isso, só quando não se está triste, porque senão é certo entrar em depressão.
Então para espantar oum pouco o baixo astral, vai uma dica de música, que estou ouvindo neste momento:
Elize - Hot Stuff (Club Mix)
É uma regravação do antigo sucesso de Donna Summer.
Apesar dos vocais dela não serem tão poderosos como os da Diva da Disco, a versão funciona bem, e pode até fazer pista em festa do pessoal da minha idade para cima.
Como estou aprendendo ainda, não sei como colocar o link, ou para baixar ou para ouvir a música.
Mas eu aprendo...
Até a próxima.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Bom, vou começar me apresentando:
Tenho 46 anos e sou Dj há 34 anos.
Sempre atuando em festas e eventos dos mais variados.
Fiz o curso de Ciências Sociais na UERJ mas a música foi mais forte.
Hoje estou trabalhando também com Videoclips, tentando aprender algo sobre edição de vídeo.
Pretendo colocar aqui minha opinião sobre os mais variados temas, de música até política.
Por enquanto vou aprender os recursos para ver o que posso colocar de material aqui.
Talvez uns vídeos, ou remixes, vou ver o que posso fazer, pois esta é minha primeira tentiva neste mundo blogueiro.
Até a próxima.