quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Hoje é vespera de Natal, a maioria das pessoas está feliz e as lojas, apesar da crise, apinhadas de gente.
As famílias se reúnem e celebram a data, cada uma a sua maneira, cada uma como pode ou quer.
Sempre gostei do Natal quando criança, ainda gosto até hoje, através dos olhos fascinados de minha filha, quando vê Papai Noel.
Que dizem por aí, que não existe...
E eu pergunto: como não existe?
Todos os anos, centenas de milhares de pessoas se vestem como o bom velhinho para ganhar uns trocados, para agradar a família ou para fazer caridade mesmo, em áreas carentes.
Somos bombardeados por imagens, mensagens, histórias e contos que se referem a ele.
Vemos na figura dele uma mistura mágica de experiência e ingenuidade, velhice e espírito infantil, e também vemos nele a encarnação do chamado "espírito natalino".
Para quem tem filhos, ele começa a conviver já em novembro e só vai embora depois da noite de Natal.
Eu vou te contar: Papai Noel é a coisa que não existe mais presente que eu já vi em minha vida.
Quando minha filha descobrir que não existe a pessoa física, eu vou tentar explicar isso a ela.
Noel está presente em cada ato de bondade, em cada pai, tio ou qualquer um que se fantasie para alegrar suas famílias e na mente de cada criança que espera ansiosa para abrir seu presente.
Lógico que está presente, maciçamente no comércio, mas não poderia deixar de estar, pois somos uma economia capitalista e ele é a figura que mais vende no Natal...
Neste particular, ele é ainda mais real: ele é um garoto propaganda para todas as empresas, um verdadeiro campeão de vendas.
É, para quem não existe "Santa rules"!!!!
Feliz Natal para todos.

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