sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Bem, mesmo com problemas com a minha net, vou tentar atualizar sempre isso aqui.
Neste meio tempo em que não postei, o Michael Jackson morreu, o inventor da guitarra elétrica Les Paul morreu e a igreja universal do reino da grana...ops, quer dizer, de Deus, foi novamente denunciada.
Sempre gostei do Michael Jackson, acho que ele tinha o domínio sobre as melodias e, mesmo quando as repetia não era repetitivo, isso até meados dos anos 90.
Desta época em diante, atolado em dívidas e escândalos ele decaiu de uma forma impressionante.
Na realidade não senti sua morte muito profundamente.
Para mim era como se ele já tivesse morrido há tempos e o que estava ali era apenas uma sombra do grande gênio que ele tinha sido, um ET que o substituíra por razão de sua verdadeira morte....bom esta era a minha impressão.
Les Paul a maioria das pessoas nunca devem ter ouvido falar nele, mas temos uma dívida com ele: Sem ele não teríamos um Jimmy Hendrix, um Santana, um BB King e tantos que fizeram da guitarra elétrica uma forma de arte em todos os estilos.
Quanto a Universal:
É uma pena saber que não vai dar em nada, como já não deu antes.
A verdade é que a religiosidade é inerente ao ser humano.
A necessidade de se acreditar em algo maior que ele é quase um instinto.
Se vc acredita que está fazendo o bem e será recompensado por isso, vc se sentirá bem o bastante para aguentar as provações da vida.
Daí o fato de milhares de pessoas estarem literalmente na merda e acharem que estão numa boa.
A Record mostra depoimentos de fiéis satisfeitos e alguns que prosperaram.
Ora me poupem pelo amor de Deus!!!!
É lógico que, em um Universo de milhares de pessoas vc vai encontrar quem realmente prospere, mas não quer dizer que foi por causa da igreja.
Quando elas recuperaram a auto estima e a confiança NELAS MESMAS a coisa começou a melhorar.
Ah! Mas a igreja não foi a causadora?
Não.
A própria pessoa ativou na cabeça dela uma saída.
Deu de cara com a igreja.
Estes exemplos da Record estariam prósperos se tivessem esbarrado em centro espírita, uma sinagoga, um templo budista, uma mesquita...
Tudo passa pela nossa cabeça e os símbolos que escolhemos.
Quando recuperamos a confiança e paramos de sentir pena de nós mesmos, qualquer um, seja evangélico, macumbeiro ou qualquer outra religião, irá andar para frente.
Já não digo nem progredir, pois isto depende de duas coisas importantes: vontade de trabalhar e competência.
Dica de música: Projeto Bossa In Stones - Simpathy For The Devil.
Até a próxima.